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Por: Fabrício Rossi
As etapas de terraplenagem são todas importantes e cheias de macetes. Para isso, o conhecimento das máquinas, do material e dos ensaios de laboratório são fundamentais para um trabalho de qualidade.
Corpo de aterro: A locação topográfica que vai dizer os pontos que sofrerão corte ou aterro. Nos pontos que devem ser aterrados as camadas de aterro de material de 1° categoria que devem ser de no máximo 30cm compactadas, possuírem GC (grau de compactação) >= 95% Proctor Normal e desvio de umidade de +/- 2%.
A função do corpo de aterro é aterrar o terreno da cota primitiva até a cota de projeto, ou cota de terraplenagem. A etapa seguinte são as camadas finais.
Macete 01: ao lançar uma camada deve-se considerar o empolamento do material, ou seja, se o material possui 27% de empolamento, ao lançar o material para conseguir uma camada de 30cm compactada, deve-se lançar 30,0cm X 1,27 = 38,1cm. Uma camada de 38,1cm de material solto.
A partir do Passo 2 já estamos no Pavimento
Pavimento é toda estrutura apoiada sobre a Camada Final de Terraplenagem (CFT) e destinada a receber o tráfego proporcionando conforto e segurança ao usuário.
São as 3 últimas camadas de MS – material selecionado – de 1° categoria, espessura de 20cm compactadas, possuírem GC (grau de compactação) >= 100% Proctor Normal e desvio de umidade de +/- 2%.
Macete 02: As camadas finais são divididas em 1° final, 2° final e 3° final (ou subleito).
Em todas as camadas é preciso “correr linha”. Correr linha é a atividade para verificar se a camada está executada de acordo com o greide locado pela topografia. Essa atividade que vai dizer se há a necessidade de cortar ou aterrar em alguns pontos ao longo do trecho executado.
A partir do subleito, 3° camada final, é preciso “correr viga”, Viga de Benkelman, para determinar a deflexão do pavimento.
Macete 03: Ao correr a Viga de Benkelman verificar a distância em que devem ser medidos os pontos em relação ao bordo de pavimento ou da faixa de rolamento.
Macete 04: Nas camadas finais é preciso fazer o controle de umidade das camadas para que elas não percam a umidade e, assim, não precisem ser retratadas.
A sub-base em rodovias e grandes avenidas é, geralmente, formada por uma composição de materiais dosados em uma usina de solos. Esses materiais atendem a uma faixa granulométrica A, B ou C. Para atender a essa faixa granulométrica faz-se a composição de materiais como: MS (material selecionado) + Brita 0 + Brita 1 + Areia.
As vezes alguns projetos são compostos apenas de MS e Brita 1, em percentuais, por exemplo 70% MS e 30% Brita 1.
Quando sai da usina em caminhões o material já está na umidade ótima, pronto para ser aplicado. Assim, não há a necessidade de ser “gradeado”. Caso ele perca a umidade ótima será necessário “gradear” para colocá-lo novamente na umidade ótima. Evite esse retrabalho!
Macete 05: A usina de solos é calibrada para uma produção em toneladas por hora (t/h), de acordo com a produção planejada por dia.
A espessura da camada depende do projeto, deve possuir GC (grau de compactação) 100% PI (proctor intermediário).
Na sub-base também é necessário “correr linha” e “correr viga”.
Macete 06: Ao finalizar a sub-base é preciso dar o acabamento nela, ou seja, dê uma raspada de leve com a motoniveladora e passe o rolo liso (ou rolo chapa) sem vibrar.
A base tem a função de resistir e distribuir a sub-base a os esforços do tráfego sobre o revestimento ou capa (no caso de asfalto/CBUQ).
A espessura da camada depende do projeto, deve possuir GC (grau de compactação) 100% PIm (proctor intermodificado).
Também pode ser dosada em usina de solos de acordo com a faixa e com os materiais mais nobres em maiores percentuais. Por exemplo 70% Brita 1 e 30% MS (uma inversão da sub-base proposta anterior).
Na Base também corre-se linha, corre-se viga com muito critério em relação a qualidade do serviço porque é na base se será aplicado o revestimento ou, capa.
Macete 07: é necessário dar o acabamento na Base com uma raspada com Patrol, rolo de pneu e uma final com rolo chapa sem vibrar.
Finalizada essas etapas entra-se na aplicação do CBUQ, conhecido porpularmente como Asfalto. Essa etapa será tratada em um post a parte porque é longa e, também, cheia de macetes.
DNIT 104/2009-ES – Terraplenagem – Serviços preliminares
DNIT 105/2009-ES – Terraplenagem – Caminhos de serviço
DNIT 106/2009-ES – Terraplenagem – Cortes
DNIT 107/2009-ES – Terraplenagem – Empréstimos
DNIT 108/2009-ES – Terraplenagem – Aterros